quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Quinta de série- nostalgia: Cult

(Pode conter spoilers!)







Hoje trago uma série de 2013, já considerada nostálgica: Cult. Ela foi cancelada com apenas uma temporada de 13 episódios. É da CW (rainha dos cancelamentos!) e foi criada por Rockne S. O'Bannon. 

Esta é definitivamente uma produção que não sinto a menor falta. Cult até trouxe uma premissa boa ao usar a metalinguagem e ser uma série dentro de outra série (falarei mais à frente), mas isso não deu muito certo. A série no geral foi um fiasco, com episódios ruins, atuações péssimas e roteiro fraco.

Cult é sobre a investigação do sumiço de Nate, irmão do jornalista investigativo Jeff Sefton. Nate dizia que o programa de TV Cult - uma série criminal estrelada por Billy Grimm - foi feito para o prejudicar. Jeff não acreditava nisso, até que ele desapareceu misteriosamente. O jornalista investigativo, então, começa sua caçada, com a ajuda da assistente de produção de Cult, Skye Yarrow. Juntos, eles investigam os fãs da série, seus atores e todo o frenesi que ela causa nos telespectadores. 

À medida que as investigações avançam, Skye e Jeff descobrem os efeitos que a série pode causar em quem a assiste, bem como suas mensagens sublimares. As consequências dela são tão visíveis que o ator do programa é visto como galã e seu personagem é bastante querido. 






Skye e Jeff compartilham a mesma dor, assim como vários personagens: o de ter perdido alguém da família. Vários desaparecimentos estão ligados à Cult e as respostas para isso só podem ser encontradas através de seus seguidores, conhecidos como True Believers

À cada pista, novos questionamentos são levantados. Muitas perguntas não foram respondidas, o que afetou na qualidade final do seriado. Diversas situações extraordinárias aconteceram, que não tiveram a mínima explicação. Creio que essa falha no roteiro foi visível.


Metalinguagem






A metalinguagem foi o principal conceito levantado pela série, mas que não deu muito certo. Cult pretendia misturar realidade e fantasia, mas acabou se perdendo no meio do caminho. Quando fala-se de uma série dentro de outra, logo vem à nossa mente duas tramas distintas com personagens diferentes. Saber interligar tudo isso não é tarefa fácil. Além disso, a conexão entre elas pode se dar de forma óbvia e pouco interessante, sem muitas surpresas.  



Crítica e audiência


Debates como esses são tratados em Cult: pessoas podem ser influenciadas por programas de TV? Qual é nossa relação com os personagens? Séries podem mexer com nosso psicológico e emocional? Você seria capaz de matar alguém por conta de uma série? Qual é a relação de um fã com um roteirista? 

Cult trata de obsessão, sugestões, efeitos de um programa de tv na sociedade e  vícios. Se fosse uma abordagem mais clara e profunda, a série poderia ser até interessante, mas parece que não teve um cuidado dos roteiristas. O que percebi é que foi uma série realizada de qualquer forma, com um roteiro excelente mal aproveitado.






A série também fala de um culto de seguidores de serial killer, assim como The Following (em breve falarei dela no blog) que estreou na mesma época, mas com sua própria identidade e diferencial. Cult fala das consequências de uma série de TV sobre serial killer, enquanto The Following sobre a busca implacável de um policial do FBI a um serial killer e seus seguidores. Confesso que The Following é muito mais excitante que Cult

A história tinha grande potencial e boas discussões para a sociedade, mas isso não aconteceu em seus episódios. A trama só vem a ficar um pouco interessante a partir do sexto episódio e os anteriores são muito ruins. Creio que isso fez com que muitos telespectadores abandonassem a série no meio do caminho. 

Cult foi tão ruim que foi cancelada com apenas 7 episódios. Depois dele, o canal exibia dois episódios por semana.

A series finale não foi uma conclusão propriamente dita, mas abriu para outras histórias e gerou mais dúvidas que respostas. Parece que a CW é mestre em deixar séries em aberto e sem conclusões né? Uma pena...

Cult teve uma recepção abaixo da média pelo Metacritic (46%) e uma nota dos usuários de 5,6. 


Esta é uma série que não recomendo por todos esses motivos citados no post. Só assista se você quer ficar com raiva e entediado mesmo. J-J






Por: Emerson Garcia

terça-feira, 15 de agosto de 2017

A mensagem certa

Estaremos sempre aqui para você ter a mensagem certa. | ©Freepik


O texto de hoje é mais voltado a quem escreve e tem a mais difícil missão: passar a mensagem, a notícia, o relato de forma certa a você que nos lê todos os dias. Isso não se resume e este blog, mas é no campo da Comunicação em geral.

Ideias e pautas são mais fáceis de arranjar. Difícil é montá-las para que o povo entenda o recado em menor tempo e que fique consciente da mensagem que acabou de entrar em contato, seja na televisão, no rádio, meios impressos e a dinâmica internet. Até o nosso querido Jovem Jornalista tem um grupo especial no Whatsapp para discutir os próximos temas porque somos apaixonados pela informação e pelo slogan que norteia este site: comunicação, jornalismo e indústria cultural em um só lugar.

Isso sem falar na trabalheira que o editor-chefe do JJ, Emerson Garcia, tem para fazer a edição e condensar as publicações de seus seis colaboradores.


A recompensa pelo trabalho


Nos últimos tempos o trabalho, a paixão e a dedicação em passar a mensagem certa a você leitor surtiu muitos frutos como a busca do sorvete, recorde de visitas no post sobre o Reinaldo Azevedo, a homenagem que o JJ recebeu na Câmara Legislativa do Distrito Federal, além da vinda de novos colaboradores de diversas áreas para dar um gás a este site.

Nós iremos completar nove anos em novembro e vamos nos dedicar a manter os nossos laços com vocês leitores que é o combustível e a razão da continuidade dessa missão em passar a mensagem certa.

Até mais, pessoal. J-J














Por: Pedro Blanche

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Vibe humor: músicas ambiente






Olha quem voltou! Um dos quadros de maior sucesso do blog, o Vibe humor! Tem tempo que não temos ele aqui no blog. A última vez foi em dezembro de 2016. Já foram publicadas 32 playlists com temas diferentes (Veja no menu, na aba Vibe humor na lateral!). Hoje falarei de músicas ambiente, que por sinal já estava programado pra falar nos rascunhos.

Certamente você já ouviu alguma canção enquanto estava nos corredores de um shopping, dentro de uma loja de departamentos, de um elevador, de um supermercado ou em uma sala de espera, não é mesmo? A esse tipo de som, dá-se o nome de música ambiente. Veja o conceito, de acordo com o Wikipédia (com grifos):

"Música ambiente (Ambient Music) é um gênero musical substancialmente focado nas características timbrais dos sons, geralmente organizados ou executados com o intuito de se denotar ou estimular a criação de uma "atmosfera", uma "paisagem sonora" ou mesmo para apenas soar como um "discreto complemento” a uma ambiência."


Engana-se quem pensa que as músicas ambiente não possuem vozes e que são apenas instrumentais (como já fiz um post sobre aqui). Pelo contrário, elas também são cantadas, mas tanto as vozes, como os instrumentos trazem algum tipo de conforto, criam uma atmosfera agradável, aconchegante e convidativa. 

Músicas ambiente são fundamentais para salas de espera, como enfatizou esse post do IClinic (com grifos): 


"[...] a sala de espera de um consultório médico já pressupõe, na maioria das vezes, um encontro com o desconhecido, certa angústia, algum mal estar e muita ansiedade. [...]

Para “quebrar o gelo” e deixar seus pacientes mais à vontade, você pode criar uma atmosfera mais agradável e aconchegante enquanto eles esperam pela consulta na recepção ou na sala de espera. [...]"



Existe vários tipos de músicas ambiente, com variações, ritmos, estilos. Elas podem ser clássicas, calmas, harmoniosas, entre outras. Podem ter letras cantadas, ou não - como as músicas terápicas que remetem aos sons da natureza ou as instrumentais. 

Eu separei uma lista com 10 músicas ambiente e irei comentá-las uma por uma. Deem o play na playlist e vamos à leitura!






First day of my life, do Bright Eyes, tem uma melodia folk que acalma e traz boas sensações como a de alegria.

A segunda música da lista chama-se The man comes around, da trilha sonora de Logan. Quando comecei a produzir esse post, me lembrei dela na hora. Ela tinha que estar aqui! Ela traz uma pegada country, com violão e guitarra acentuados. 

Angie tem um ar tropical, ideal para corredores de shopping e elevadores. É uma música gostosa de ouvir, que te deixará bem relaxado. Angie, em sua versão original, é um rock bem famoso, mas que nesse ritmo também ficou muito bom.

A versão de Hello da Adele na voz de Collin e Caroline ficou bem interessante e diferente da original. Enquanto Adele a cantou com toda força, nesta eles cantam de um jeito calmo e acústico.

A única instrumental da lista, Minuet de Luigi Boccherini é ideal para salas de espera, corredores de shopping e elevadores. Acho essa canção primorosa e me lembra as festas de debutantes.

Stay with me é outra regravação nesta playlist. Quantos já não a conheciam? A versão acústica ficou primorosa e traz calma e paciência. 





Ainda bem da Vanessa da Mata abre as músicas brasileiras dessa playlist. Com um ritmo envolvente, com a voz aveludada e doce de Vanessa, a música é ideal para os mais variados ambientes.

Ainda gosto dela do Skank traz uma agitação, mas bem contida, sem muitas variações. 

Em paz de Maria Gadú foi regravada pela banda 5 a seco. Gostei muito desse ao vivo, creio que seja a primeira música desse modo que coloquei nessa playlist. Acho uma canção ideal para lojas de departamentos.

Essa música da Céu é muito boa! Aliás, essa artista é incrível! Fecho essa playlist com o samba/pop envolvente Malemolência. É capaz de você se pegar cantando o refrão "Menino bonito, menino bonito, ai", sem nem perceber.


Esta foi a playlist músicas ambiente! Espero que tenham gostado. Saibam que músicas ambiente são bem mais do que as tocadas em elevadores sociais. Se tiverem ideias de playlists, estou aberto para acatar e fazer o post. J-J






Por: Emerson Garcia

domingo, 13 de agosto de 2017

E tudo começou com uma pequena homenagem... História do Dia dos Pais




Você sabe qual é a origem do Dia dos Pais? O que há por trás dessa data? Por que foi escolhido o segundo domingo de agosto no Brasil para a sua comemoração? Assim como o Dia das Mães (falado aqui), esse dia também tem um histórico interessante. 

O Dia dos pais talvez não tenha um peso tão grande quanto o Dia das Mães, isto na questão comercial. Por exemplo, na matéria divulgada recentemente pelo Metrópoles foi constatado que muitos filhos no Distrito Federal não presentearão seus pais nessa data mais por uma questão de escolha, do que financeira (com grifos):

"A maioria dos consumidores brasilienses não está disposta a comprar presentes para comemorar o Dia dos Pais. É o que mostra a pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio. De acordo com o estudo, 37,3% dos entrevistados têm a intenção de presentear o pai, 46,5% não pretendem comprar presentes e 16,2% ainda não sabem. Os lojistas, por sua vez, estão otimistas: 43,1% deles esperam que as vendas este ano sejam maiores do que em 2016."


No Dia das Mães, por sua vez, há uma movimentação comercial maior, mas isso não significa que o valor do Dia dos Pais foi perdido. Muitos filhos homenageiam seus patriarcas com presentes sentimentais, assim como a data sugeriu em sua origem.

A ideia original do dia dos pais era criar uma data para fortalecer os laços familiares, assim como o respeito por aqueles que nos deram a vida, os progenitores. Vamos conhecer mais dessa origem de perto?


Origem



                                                       A ativista do Dia dos pais, Sonora Louis Doot.



De acordo com o Discovery News, essa data foi consolidada como um evento comercial. Veja o que o site Mega Curioso diz:

"[...] o Dia dos Pais foi consolidado como uma data para presentear os papais por uma associação de comerciantes de roupas masculinas de Nova York, que fez uma parceria com a indústria de cartões comemorativos. Tudo isso aconteceu durante a Grande Depressão, quando os lucros estavam bem abaixo do esperado, e o objetivo era impulsionar as vendas de gravatas e cartõezinhos de felicitação."


Essa é uma das explicações para a data, mas existe outra, diferente e afetiva.

Historiadores falam que a primeira vez que comemorou-se o dia dos pais foi em 19 de junho de 1919 nos Estados Unidos, por sugestão de uma filha chamada Sonora Louis Doot, como forma de homenagear seu pai, William Jackson Smart. Sonora não visou dar um presente caro para o seu progenitor, muito menos alimentar a indústria do consumismo, ela quis apenas enaltecer sua figura e presenteá-lo com um presente sentimental.

E quem era esse pai que recebeu uma homenagem tão honrosa e merecida? (Digo isso porque tem muitos pais que não merecem ser homenageados) Smart era um veterano da Guerra Civil Americana que após a morte de sua mulher teve que criar sozinho Sonora e os outros filhos. Foi no dia do seu aniversário, em 19 de junho de 1919, que Sonora resolveu homenageá-lo. Confira, de acordo com o site Brasil Escola (com grifos):

"O dia em questão, 19 de junho, era a data de nascimento de seu pai. O gesto simples da moça acabou por mobilizar muitas pessoas da mesma cidade a fazer o mesmo tipo de homenagem. De Spokane, a prática alastrou-se para outros estados dos EUA."


Que bela homenagem, né? Ela vale mais que dinheiro. Confira detalhes da busca do desejo de Sonora em comemorar a data e tudo que ela fez, de acordo com o Portal da Família (com grifos)

"Em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade."


Em 1966 a comemoração americana mudou do dia 19, para o terceiro domingo de junho. Foi em 1972, com a chancela do presidente da época Richard Nixon, que a data foi oficializada: o Father's Day, o Dia dos Pais como conhecemos. Essa mesma data é comemorada pela Inglaterra. 


As rosas





Desde a primeira comemoração do Dia dos Pais até os dias atuais o símbolo escolhido são as rosas, diferentemente do Dia das Mães que são os cravos. As rosas vermelhas são dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos. 

Mas por que Sonora escolheu esse símbolo? Wilson Neves, em um post da Sociedade Pública, escreveu algumas conjecturas quanto ao significado da rosa e sua cor. Vale a pena ler (com grifos e omissões):

"A rosa é a flor de maior simbolismo na cultura ocidental. A rosa vermelha significa o ápice da paixão, o sangue e a carne. Para os romanos, as rosas eram uma criação da Flora (deusa da primavera e das flores). [...]

A presença do pai como símbolo de força, amparo e guarnição é cada vez mais exigida. [...]

A construção de uma sociedade mais justa começa a partir de firmes raízes no chão que se semeia, e com o tempo ver a vida nascer da semente. Cada folha da rosa é uma degrau da escada natureza que conduz ao cálice onde as pétalas se unem e cada gesto e atitude correta e benigna do pai são os degraus que conduzem ao lar onde os filhos se unem [...]"


O vermelho tem um simbolismo muito forte, como já disse nesse post que fez parte da Semana das cores em setembro de 2016. Fazendo uma analogia à figura do pai, percebemos que ele precisa ser forte, intenso e marcante na vida dos filhos. Sobre a cor, se remete ao sangue, e que outro símbolo que significa  laço familiar pode ser mais certeiro que o sangue?

O interessante é que até mesmo os pais falecidos são lembrados na data, com rosas brancas, em sinal de paz e ternura. Em minha opinião, os pais ausentes e desconhecidos também deveriam ser homenageados, apesar de todos os percalços.



Tudo não começou com rosas!


Oficialmente a data é comemorada com rosas, mas estudos mostram que já se ouvia falar de homenagens à pais há mais de 4 anos. Não foram rosas que foram presenteadas, mas um cartão moldado em argila! Este cartão foi confeccionado por um jovem chamado Elmesu para o seu pai, que era nada menos que o rei da Babilônia Nabucodonosor. Neste objeto ele desejava sorte, saúde e longa vida ao seu progenitor.



A comemoração no mundo todo






Nos Estados Unidos e em várias outras nações, o dia dos pais é comemorado no terceiro domingo de junho; em Portugal e Espanha, no dia 19 de março; na Rússia, 23 de fevereiro; e no Brasil, no segundo domingo de agosto.

Em Portugal, por exemplo, a data é comemorada em 19 de março, porque é uma tradição católica em que se comemora o dia de São José, esposo da Virgem Santa Maria. Para muitos, portanto, essa é uma homenagem a figura paterna da família cristã e também aos antepassados pais. 

Desse modo, a data está relacionada à aspectos culturais de cada país ou região, bem como seus costumes. É o caso da Rússia que comemora a data no dia 23 de fevereiro, que é também o Dia do Defensor da Pátria Local. 



No Brasil


                                  Página 1 - Edição de 15 de agosto de 1953 de O Globo. I Memória Globo


Você sabe quem implementou a data do Dia dos Pais no Brasil? E se eu te disser que foi o pai das Organizações Globo, Roberto Marinho? À princípio a data escolhida era 14 de agosto, dia de São Joaquim, pois ele é considerado o patriarca da família. Mas a primeira comemoração no Brasil foi no dia 16 de agosto.

Esta data foi pensada em conjunto pelo jornalista e empresário Roberto Marinho e pelo publicitário Sylvio Bhering, com o objetivo de incentivar as vendas comerciais e o faturamento do jornal. Segundo o site Brasil Escola, o objetivo de Bhering com a escolha da data era tanto social como comercial. Veja (com grifos):

"A tentativa inicial foi associar a data ao dia de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus Cristo, que é comemorado em 16 de agosto, no calendário litúrgico da Igreja Católica, já que a população brasileira era predominantemente constituída de católicos. No entanto, nos anos seguintes, a data também foi deslocada para um domingo, o segundo domingo do mês de agosto – e assim permanece até hoje."


Também consultei o Memória Globo para me aprofundar mais. O Globo, de acordo com o site, acrescentou a data no calendário comemorativo brasileiro, que se espalhou por todo o país. Confira (com grifos):

"Foi com o propósito de fortalecer os laços familiares que O GLOBO lançou, em 1953, no calendário de comemorações do Brasil, o Dia do Papai. A criação da data atendeu aos anseios da comunidade que sentia necessidade de celebrar o chefe da família. A iniciativa foi recebida com tanto entusiasmo que, no segundo ano após ter sido anunciada, passou a ser comemorada não só no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil, e se transformou numa das datas mais importantes do calendário do país."



Detalhe da matéria sobre o Dia dos Pais publicada na edição de 9 de agosto de 1980 I Memória Globo




Curiosidades


Veja essas curiosidades, de acordo com o site Mega Curioso


- Durante os anos 20 e 30, surgiu um movimento nos EUA em favor da criação uma única data para celebrar o dia dos pais e das mães, com a premissa de que os dois deveriam ser amados e respeitados juntos; e

- Só nos EUA, a venda de presentes e cartões movimenta mais de US$ 1 bilhão por ano. O Dia das Mães, por outro lado, movimenta mais de US$ 18 bilhões.



Espero que tenham conhecido mais da origem e histórico do Dia dos Pais, assim como suas curiosidades. É uma data dotada de significado. Espero que tenha mostrado que o significado não é somente comercial, mas que existe um afeto e um sentimento por trás disso. J-J


A todos os pais,

 presentes, ausentes, biológicos, de criação, padrastos, solteiros, desconhecidos, um 

FELIZ DIA DOS PAIS!






Por: Emerson Garcia
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