sábado, 12 de agosto de 2017

Pai: significado, função e papel social



Pai. Uma função familiar que existe desde a fundação do mundo. Uma figura social de suma importância. Uma pequena nomenclatura que sempre esteve presente nas árvores genealógicas que vimos ou que até mesmo construímos nas escolas. O pai possui um significado, função e papel social que pode ser compreendido, deturpado ou resignificado. Será que ainda pai significa a mesma coisa que tempos atrás? Será que a função deste não foi deturpada no decorrer da história?

Posso dizer, sem sombra de dúvidas, que o verdadeiro conceito de pai se perdeu. Isso por conta das relações humanas, cada vez mais baseadas em ter e suprir, e devido à falta de tempo. Observo uma preocupação imensa dos pais em manter a casa, em colocar os filhos no mundo e criá-los, não deixando faltar nada. De acordo com a revista Família Cristã: Proteção, parceria e amor é preciso um resgate da verdadeira paternidade:

"O homem afastou-se da dimensão sacerdotal e tornou-se apenas um provedor, mas o pai deve ser aquele que ensina pela voz, pelo exemplo e pela vida." (pág. 26)


No post de hoje pretendo ultrapassar alguns limites da dimensão do que é ser pai, desmitificando alguns conceitos e ampliando discussões. Hoje, meu objetivo (por meio de opiniões, científicas ou não) é que percebam que existe uma diferença enorme entre ser pai e ter um filho e que ser pai não é apenas colocar um filho no mundo, dar seu sobrenome a uma criança ou preencher aquele campo "pai" em uma certidão de nascimento.


Ser pai e ter um filho





Engana-se quem pensa que ser pai é apenas colocar um filho no mundo. Se assim o fosse, seria pai aquele homem que abandonou a mulher grávida ou quando ela ganhou o filho, não é mesmo? 

Na verdade, há uma tentativa em equiparar alguém que gerou um embrião através de seu espermatozoide ou apenas o doou para um banco de esperma  e um pai à mesma função ou missão. Irei mostrar que ter um filho é fácil demais, o difícil mesmo é cumprir com a missão da paternidade. 

Ser pai, antes de tudo, é uma dádiva e uma escolha. A escolha de alguém que mesmo não estando 24 horas com um filho dentro do ventre, o amou desde que soube que sua esposa estava grávida. É o que diz esse incrível post do Super Mamães

"Um homem não engravida, não pode parir, não pode amamentar, mas quando ele quer de fato, ele pode acompanhar todos os passos da gravidez, pode estar presente no nascimento, pode apoiar a amamentação. Não só pode fazer tudo isso, como deve."


Aí se encontra a diferença entre ser pai e ter um filho: quem é pai soube não apenas colocar um filho no mundo, mas paternar por meio do sangue ou da afeição. Digo 'afeição' porque ainda há aqueles que não possuem ligação genética/sanguínea, mas souberam amar e paternar alguém (pais adotivos, tios, figura masculina), fazendo-se pais. 

O post do Super Mamães ainda lista o que é ser pai de verdade. Confira (com grifos):

"Um pai de verdade não vira as costas para o filho, nem para a sua mulher (ou ex mulher).
Um pai de verdade está presente nos bons momentos de brincadeiras, e nos maus, como em hospitais. Um pai de verdade conhece uma noite mal dormida, conhece o cansaço da paternidade, conhece seu filho.
Um pai de verdade divide as tarefas, é ativo na criação dos filhos, é presente. Um pai de verdade se doa por inteiro, sabe priorizar."


A propaganda do Gelol, que apresentei no post da última quinta-feira (10), retrata o verdadeiro significado de paternidade com o slogan "Não basta ser pai, tem que participar". Tem que ter presença, participação e empenho, é o que revela o texto O que é Ser Pai? 5 coisas MUITO IMPORTANTES que você DEVE saber que mostra quatro coisas que um pai não deve ser e uma que ele deve ser. 

O pequeno vídeo abaixo baseado em uma cena de Onde vivem os monstros também mostra que ser pai é estar presente. Assista e não irá se arrepender:





“Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza. E o mais importante, ele torcia por mim. Para mim, esse é o significado maior de um pai. Alguém capaz de torcer, sempre, sem nenhuma condição, nenhuma imposição. Porque a única condição entre pai e filho deve ser sempre o amor” - Walcyr Carrasco



Ser pai é ter hombridade


Mas qual é a característica que alguém possui para ser pai? Diria que são várias, mas destaco a hombridade. Veja o conceito, de acordo com o site Significados:

"Hombridade é a característica de quem é destemido, corajoso, honrado, e que age e se comporta de modo íntegro e digno. [...] No sentido figurado de hombridade, esta pode indicar a "nobreza da alma" de determinada pessoa, ou seja, a sua louvável altivez e grandeza de índole."


Este é um conceito apreciado social e biblicamente, que tem a ver com o caráter das pessoas - digo 'pessoas' pois tanto homens como mulheres podem possuir hombridade. Ela é um requisito para ser pai porque um pai deve ter honra, integridade e dignidade para a sociedade e para seu filho.



Papel do pai





Agora que deixei claro o que significa ser pai, é preciso que discutamos seu papel. Este é de suma importância para a criação de um filho e para o seu desenvolvimento em sociedade. Quando esse papel não é ou não pode ser desenvolvido pelo próprio pai, é imprescindível que seja exercido por uma figura masculina, próxima à criança. 

Assumir o papel de pai é saber carregar uma série de características que serão importantes para a vida de uma criança, como explica esse post do Sempre Família. Veja um trecho (com grifos):

 "[...] o homem, ao se tornar pai, carrega em si a chance de ser um mundo para outro ser. Carrega autoridade, força, segurança, coragem. Sua presença na vida desse novo ser pode fazer toda a diferença e, para muitos, isso depende da escolha de efetivamente querer desempenhar esse papel e realmente crescer como ser humano."


De acordo com o site M de Mulher existem papeis que dizem respeito às mulheres e outros que dizem respeito aos homens, e não me refiro a apenas mães e pais, já que quero tornar a discussão mais ampla. Leia (com grifos):

"A conexão entre mãe e filho durante a gestação e amamentação transforma a mulher em um porto seguro. [...] A figura masculina, em contrapartida, provoca uma ruptura nesse relacionamento, e isso não é nada ruim. A forma como a criança percebe a família nos primeiros anos de vida é simples: a mãe representa o conforto e o cuidado e o pai, as leis e a castração.”


É necessário que a criança possua contato com uma figura masculina, pois isso a ajuda na sua identificação tanto sexual, como humana, como explicou o Sempre Família (com grifos): 

“A partir do primeiro ano de vida, o pai começa a aparecer mais. Ele representa a responsabilidade. É o contato com a realidade. O pai que ama os filhos não é somente aquele que manda, mas aquele de quem a criança tem orgulho e com quem quer se parecer. Essa admiração é o elemento de masculinidade que o pai transmite. Encontrar-se com o pai significará não somente poder separar-se da mãe, mas também encontrar uma fonte de identificação masculina, imprescindível tanto para a menina como para o varão. [...]”


Mesmo que o pai assuma esse papel, isso não significa que ele precise deixar de ser amoroso, cuidadoso e protetor. É preciso saber dosar as emoções e fazer com que o filho não se sinta apenas seguro no colo da mãe (figura feminina), mas também no do pai (figura masculina). 

É preciso deixar claro que um pai não assume seu papel como tal apenas estando presente, mas participando de forma intrínseca da vida dos filhos e estando emocionalmente presente, como fala esse texto do Pais e Filhos (com grifos):

"Por isso, é necessário que o pai não esteja apenas fisicamente presente, mas que contribua para a educação e a formação dos filhos, e não seja indiferente ao desenvolvimento deles. [...] quando o filho se sente querido, a sensação de bem-estar é muito maior e isso é essencial para o desenvolvimento emocional."


Em outras palavras: o papel de pai não se restringe apenas a trocar uma fralda ou amarrar o tênis de um filho, mas vai além. O pai pode estar no mesmo ambiente que o filho, mas se preocupar apenas em mantê-lo e deixá-lo seguro, enquanto ele possui outras demandas muito mais profundas e importantes.

O papel de um pai compreende quatro esferas, de acordo com a revista Família Cristã: Proteção, parceria e amor. A primeira, já falei na introdução desse post (dimensão pedagógica - o ensino do pai), as outras dizem respeito à dimensão espiritual; moral; social; e afetiva. Confira como o autor Estevam Fernandes discorre sobre cada uma delas (com grifos e adaptações):


"A dimensão espiritual - a doutrina do pai:
[...] não há nada mais determinante para um indivíduo do que o legado de ensino [religioso e espiritual] - proveniente do exemplo - deixado por seu pai.


A dimensão moral - o exemplo do pai:
[...] Nos dias atuais, vê-se que falta a muitos filhos o milagre de poderem dizer: eu quero ser como o meu pai; ele é o meu exemplo de vida. Essa é a dimensão moral da figura paterna.


A dimensão social - a instrução do pai:
É o pai quem deve preparar os filhos para a luta, para o estudo, para o trabalho, para o esforço [...]


A dimensão afetiva - a companhia do pai:
O pai é responsável por nutrir a família com afeto [...]"




A Natura, através do incrível vídeo abaixo, reuniu pais e filhos em um estádio de futebol. Achei-o interessante e congruente com este tópico do post por abordar o papel de um pai na vida de um filho, bem como histórias de cumplicidade, aprendizado e declarações de amor e afeto. Assista:






Exercer papeis em parceria


É preciso haver um equilíbrio de papeis entre pais e mães. Hoje em dia muitas mães acreditam que podem criar seus filhos apenas com sua figura, mas a masculina é de suma importância. Por outro lado, casais não delegam papeis, e acaba que um fica com uma carga maior com relação ao outro. Cibele Scandelari, autora do artigo A importância do pai na vida dos filhos disponível no Sempre família, falou da união de um casal para o desenvolvimento de um filho:

"[...] um casal, unido, contribuindo com as especificidades próprias de seus sexos, para a formação dos filhos, vai ao infinito."


Dividir papeis é fundamental, como explicou o post do Pais e Filhos:

"Criar e cuidar de uma criança são tarefas árduas que exigem esforço, tempo, dedicação, paciência… Por isso, não deve ser responsabilidade única da mãe. Quando o trabalho é dividido entre mãe e pai, além de ficar mais rico, ele fica mais fácil. Pai e mãe devem participar de todo o processo de desenvolvimento e a função paterna vai muito além de “ajudar” a mãe a cuidar dos filhos."


O site M de Mulher deu diversas dicas de como pode acontecer essa divisão de tarefas e papeis, tais como:

"Dê espaço:
É importante permitir que a figura masculina participe da rotina, assumindo tarefas, como ninar, contar histórias, passear, buscar na escola…


Conceda poder de decisão:
Não é só a mãe que sabe o que é melhor para a criança. O homem da casa também deve colaborar nas escolhas.


Delegue:
Peça para o pai dar colo e mamadeira, trocar as fraldas… Cuidados que envolvem contato físico criam laços."



O vídeo abaixo, da Fundação Maria Cecilia, é excelente e didático, ao mostrar como o pai pode exercer o seu papel e como ele pode dividir tarefas que irão ajudar no desenvolvimento de uma criança. Assista:







Pai ausente







Este é um tópico que pode causar desconforto e dor em muitos leitores, mas não poderia deixar de abordá-lo. Talvez seu pai seja ausente, porque não o conheceu; talvez, porque ele morreu; mas talvez, e o mais grave, porque não cumpriu o papel de pai ou o abandonou. De fato, não ser criado por um pai ou não ter uma figura masculina presente pode ser grave e gerar uma série de problemas.

Um pai ausente (na última situação que relatei no primeiro parágrafo desse tópico) pode afetar o desenvolvimento da criança, gerar medo, introspecção, produzir mimos e injetar uma dose desnecessária do papel de mãe em sua vida. É uma necessidade do indivíduo possuir influência de papeis maternos e paternos, como definiu o post M de Mulher:

"A tendência é a filha ou o filho se tornarem mais fechados e medrosos. Isso também reflete na adolescência e na vida adulta. Muitas vezes intempestivos, os jovens, além de buscar o acolhimento materno, desejam se deparar com os limites impostos pelo pai, que os direciona e ajuda a formar valores."


A nulidade paterna também pode gerar problemas de saúde na vida de uma criança, como o post do Saúde que apresentou uma pesquisa sobre isso:


"A pediatra Melissa Wake, da Austrália, realizou uma pesquisa com quase 5 mil crianças entre 4 e 5 anos. Ela descobriu que a incidência de sobrepeso e obesidade na garotada em idade pré-escolar tem relação direta com a negligência dos papais."


Um post do Guia Infantil, por sua vez, apresentou 10 consequências de um pai ausente na vida de um filho. Vale a pena a leitura!



Como mudar o cenário?


A ausência paterna na vida de um filho não significa que ele não pode ser tutelado ou assessorado por alguém que possa vir a ocupar esse espaço. Esta pessoa pode ser um homem da família ou uma pessoa chegada à criança, como revelou o post do M de Mulher (com grifos):


"Na ausência do pai, é saudável que as crianças adotem outro modelo masculino. Pode ser o avô, o tio, o irmão, o padrinho, um amigo chegado… No entanto, deixe claro para o seu filho quem é essa pessoa na dinâmica familiar para evitar confusões na cabeça do pequeno."


Fiz questão de grifar essa parte porque essa dinâmica e configuração de papel deve ser clara na mente da criança.

Outra maneira de mudar o cenário é manter o pai da criança por perto após a separação e fazer com que ele possa participar, mesmo que esteja distante e, claro, se aceitar isso:


"Quando o casamento acaba, o pai deve continuar presente na rotina do filho. Lembre-se que não ter sido a pessoa certa para você não significa que ele não é essencial para a criança."


Mães que fazem o papel de pai


Uma mãe fazer o papel de mãe e pai é a atitude mais adequada na criação de um filho? Posso dizer que na maioria dos casos, não, mas no meu caso foi. Perdi o meu pai muito cedo e não tive a ocupação desse papel por um avô, tio ou irmão (por mais que muitas vezes meus irmãos tentassem). Foi minha mãe que se desdobrou nos dois papeis e soube dosar afeto e amor, com correção e disciplina. Quase sempre sinto falta do papel de um pai na minha vida, mas reconheço que minha mãe fez isso muito bem. O texto do M de Mulher soube discutir isso de forma congruente:

"Em caso de morte, mudança de cidade, adoção independente ou qualquer situação em que o convívio com o pai não é possível, a mãe não pode ceder demais e tentar compensar essa ausência. É preciso fazer o papel de pai e mãe. Dar carinho ao mesmo tempo que estabelece limites."



Pai é quem cria ou quem gera?







Por tudo que falei neste post pai é quem cria. Tanto é, que veja o slogan que usei na arte da semana: "Pai é quem cria. Pai é quem cuida. Pai é quem ama". Mas este não é o pensamento de todos. É o caso de Arthur Claro, um dos colaboradores do blog e responsável pelo quadro Rádio Bagaralho:


"Pai é quem gera. Mulher não tem espermatozoide para gerar sozinha. Como uma mulher fica grávida sem espermatozoide? Para você nascer, algum homem teve que dar o espermatozoide para a sua mãe; para Jesus nascer, Deus teve que gerar em Maria; para o cachorrinho nascer, o cachorro teve que dar o espermatozoide para a cachorra."


A expressão "pai é quem cria" revela como a filiação socioafetiva está presente na sociedade e como a adoção e as novas configurações familiares também fazem parte dessas discussões. O ministro Luís Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu o que vem a ser a filiação socioafetiva (com grifos):

"É a relação que se constrói não com base na descendência, mas no comportamento de quem expende cuidados, carinho e tratamento, quer em público, quer na intimidade do lar, com afeto verdadeiramente paternal, construindo vínculo que extrapola o laço biológico."


A filiação socioafetiva entrou em debate, assim como a busca pelo pai biológico. Afinal de contas, é possível a um filho requerer a paternidade adotiva e biológica na justiça? A Veja discutiu isso


Novas configurações familiares e pais gays







Não polemizarei se um filho deve ou não ser criado por um casal gay neste subtópico. O meu papel é discorrer o assunto, que está em evidência na sociedade atual. 

As novas dinâmicas sociais permitiram novas configurações familiares, tais como: pais e mães solteiros, pais e mães adotivos, mães que criam seus filhos e pais que criam seus filhos (Fiz questão de retratar isso na arte da semana). Esses arranjos desafiam a sociedade e geram dúvidas, ideia trabalhada pelo texto Novas configurações de família trazem desafios de lidar com realidades distintas e multiplicidade de amores do Uai (com grifos e acréscimos):


"Em seu lugar [família tradicional] surgem novas configurações familiares que desafiam a flexibilidade e a criatividade de seus integrantes. E também geram muitas dúvidas e angústias. Afinal, qual é a forma mais adequada de enfrentar os novos desafios que se estabelecem com tanta novidade debaixo de um mesmo teto?"



Novos casamentos, famílias monoparentais, uniões homoafetivas com filhos, paternidade e maternidade socioafetiva só foram possíveis devido a transformações sociais, explica o post do Uai:


"[...] como a facilidade para o divórcio, a participação da mulher no mercado de trabalho e a crescente aceitação das relações homoafetivas. Sem contar o fato de o Judiciário ter passado a agasalhar novos arranjos de família para os quais não há previsão específica na legislação."


Esse post do Hypeness provou que o amor vai além do tradicional 'mãe + pai + filhos'. Leia um trecho (com grifos):

"[...] a família não é mais apenas aquela formada por um pai, uma mãe e um filho. A família brasileira, mais do que nunca, vem também em novas configurações.

Mães e pais solteiros, divorciados que unem suas famílias, casal de homossexuais que têm filhos de um relacionamento heterossexual anterior, crianças que são criadas pelos avós, pessoas que só tem seu animal de estimação como família, praticantes do poliamor, heterossexuais que adotam, homossexuais que adotam, casais sem filhos, amigos que moram juntos, três gerações que dividem o mesmo teto, casais divorciados que vivem na mesma casa: as possibilidades são diversas."



E pra você? Qual seu conceito de família? Pai é quem cria ou quem gera? Espero que possam ter compreendido essas novas configurações familiares existentes e que meu objetivo de amplificar as discussões de pai tenha sido cumprido. Que o significado de ser pai possa ser retomado, assim como sua função e papel social, seja biológica ou socioafetivamente falando. J-J 






Por: Emerson Garcia

4 comentários :

  1. Lindo post e super informativo. Feliz dia dos pais para todos os pais, independente de sangue ou qualquer outra coisa. Bjs

    www.mayaravieira.com.br

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  2. Um pai tem de ser muito mais do que um facultador de esperma!! Feliz dia do pai.

    Beijinho
    https://diamonds-inthe-sky.blogspot.pt/

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  3. Adorei o seu post, super completo. Você disse tudo! Pai é quem cria, o que está presente, o que se preocupa com o filho, que zela por ele. Aqueles que não passam de um doador de esperma, não podem ser considerados pais. Feliz dia dos pais para aqueles que são de verdade e para as tantas mães que vemos por aí desempenhando esse papel.

    Beijos ♥

    Jéssica || Fashion Jacket
    www.fashionjacket.com.br

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  4. É exatamente isso! Adorei o post! Pai não é só aquele que da a dadiva da vida, é também aquele que acompanha cada passo do filho e coloca o filho em primeiro lugar, assim como muitas mães fazem também. Enfim, adorei!
    Beijos!

    www.likeparadise.com.br

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